Notícias - Social

UNIASSELVI apoia a campanha Março Roxo

01/03/2017   Social

Neste mês acontece em Blumenau o Movimento Março Roxo, que visa conscientizar a população local sobre a epilepsia, transtorno neural que atinge milhares de pessoas anualmente no país. A campanha contará com uma programação repleta de ações pelo município, que devem se prolongar até o fim do mês. A iniciativa é de Priscila Krieger, professora da UNIASSELVI e mãe da pequena Camille, que tem epilepsia desde os nove meses de vida.

“Diante das dificuldades ocasionadas pela falta de informação, resolvemos abraçar a ideia de que conscientizar é necessário para afastar definitivamente o preconceito que ronda essa doença”, explica a professora Priscila.

O início da campanha ocorre nesta quarta-feira (01/03), com a iluminação do prédio da Prefeitura de Blumenau na cor roxa. No sábado (04/03) haverá a pintura da ponte Comendador Souza e Silva, também na cor roxa. No dia 11/03, um aulão de zumba e uma tenda de conscientização marcarão a campanha no Parque Ramiro Ruediger. No dia 18/03 acontece um Pedágio de informação na sinaleira da Rua Sete de Setembro com a Alameda Rio Branco, na região central de Blumenau. No dia 26/03, uma Caminhada pela Epilepsia, a partir das 9h, encerrará as atividades do Março Roxo.

O Movimento Março Roxo iniciou em 2015, quando foi aprovado na Câmara de Vereadores de Blumenau um projeto de lei que institui oficialmente no calendário municipal o Março Roxo. A aprovação do projeto tornou Blumenau o primeiro município no país a ter um mês de conscientização sobre a doença. Em 2016 aconteceu a primeira campanha do Março Roxo, quando o movimento realizou diversas ações para orientar a população. Uma das palestras ocorreu no Teatro Michelangelo da UNIASSELVI de Blumenau, envolvendo estudantes dos cursos da área da saúde da instituição.

Saiba mais sobre o Março Roxo, a programação completa ou mais informações sobre a campanha na página oficial do movimento no Facebook.

A Epilepsia

A doença consiste em uma alteração temporária do funcionamento do cérebro, ocasionando, durante um curto período de tempo, a emissão de sinais incorretos por parte do cérebro. Para algumas pessoas, a epilepsia pode ter sintomas mais ou menos evidentes, não significando que o problema tenha menos importância se a crise for menos aparente. As crises epilépticas são manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios.

Aproximadamente uma em cada 100 pessoas tem epilepsia. No Brasil, há cerca de 150 mil casos por ano. A doença requer um diagnóstico médico e frequente acompanhamento profissional.

Clique aqui para saber mais sobre a epilepsia.