Cyber Threat Intelligence (CTI) e Inteligência Artificial na Cibersegurança
Lato Sensu
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Sobre o curso
Defender organizações exige compreender quem ataca, quais técnicas utiliza e como antecipar movimentos antes que causem impacto. A Pós-Graduação em Cyber Threat Intelligence (CTI) e Inteligência Artificial na Cibersegurança da UNIASSELVI prepara você para coletar, analisar e transformar informações sobre ameaças em decisões defensivas, combinando investigação, automação e visão estratégica corporativa.
O curso aborda o ciclo de inteligência de ameaças, Big Data Analytics, NLP com IA generativa, segurança e confiabilidade de sistemas de IA, deception technology, análise de malware e engenharia reversa apoiada por inteligência artificial. Você aprenderá a trabalhar com indicadores, contexto, fontes abertas, padrões de ataque e produção de relatórios. Essas competências ajudam a priorizar riscos, enriquecer detecções e apoiar equipes de SOC, resposta a incidentes e liderança.
Matriz Curricular
- 1- Gestão da Inovação
- 2- Inteligência Artificial e Pensamento Crítico no Mundo do Trabalho
- 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
- 4- Big Data Analytic e a Tomada de Decisões
- 5- NLP com IA Generativa: Transformers e Aplicações Avançadas
- 6- Segurança e Confiabilidade em Sistemas de IA
- 7- Defesa Cibernética Proativa e Deception Technology
- 8- Análise de Malware e Engenharia Reversa Com IA
- 9- Ciclo de Inteligência de Ameaças (Cyber Threat Intelligence)
Mercado de Trabalho
Bancos, empresas de tecnologia, consultorias, órgãos públicos, indústrias e provedores de segurança ampliam equipes de inteligência de ameaças. Há oportunidades em CTI, threat hunting, SOC, análise de malware, resposta a incidentes, fraude e automação defensiva. A especialização diferencia profissionais capazes de combinar investigação, dados e IA, com possibilidade de evolução para funções seniores, consultoria ou liderança. Inglês técnico, conhecimento do MITRE ATT&CK, prática em laboratórios e escrita de relatórios fortalecem a empregabilidade em projetos nacionais e internacionais.
Por que escolher a
UNIASSELVI?
Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
Flexibilidade total para estudar onde e quando quiser, com trilhas de aprendizagem interativas e apoio de tutor exclusivo.
Equilíbrio entre autonomia e encontros com tutor para aprofundar conteúdos de forma progressiva.
Suporte próximo de tutores experientes para orientar sua jornada acadêmica e profissional.
Aprendizado conectado ao mercado, com materiais que ampliam sua atuação profissional.
Cada disciplina concluída gera um certificado parcial, permitindo aplicação imediata no mercado.
Interação e networking com avaliações digitais e fóruns para troca de experiências.
Confira notas, acesse as trilhas de aprendizagem e estude com materiais didáticos digitais no Leo App.
Perguntas Frequentes
O que faz um profissional de Cyber Threat Intelligence?
Esse profissional coleta e analisa informações sobre grupos, campanhas, vulnerabilidades, técnicas e indicadores de ataque. Depois, transforma os dados em inteligência acionável para apoiar detecção, priorização de riscos, resposta a incidentes, proteção executiva e decisões estratégicas de segurança.
Como está o mercado de trabalho para especialistas em CTI e IA na cibersegurança?
O mercado cresce com ataques mais sofisticados e maior volume de dados de segurança. Bancos, consultorias, empresas de tecnologia, órgãos públicos e provedores contratam profissionais para inteligência de ameaças, SOC, threat hunting, fraude, malware, automação defensiva e resposta a incidentes.
Quanto ganha um profissional de Cyber Threat Intelligence no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), Cyber Threat Intelligence Analysts recebem aproximadamente entre R$ 3,7 mil e R$ 6,3 mil mensais. Em funções mais amplas ou seniores de threat analysis, remunerações relatadas podem chegar a faixas próximas de R$ 10,5 mil.
Em quais áreas pode atuar quem conclui essa pós-graduação?
As principais frentes profissionais incluem:
- Cyber Threat Intelligence estratégica, operacional e tática
- Threat hunting e enriquecimento de detecções
- SOC e resposta a incidentes
- Análise de malware e engenharia reversa
- IA aplicada à automação defensiva
- Consultoria, fraude e inteligência de segurança
Qual é a diferença entre CTI e threat hunting?
CTI produz conhecimento sobre ameaças, atores, técnicas e contexto para orientar decisões. Threat hunting utiliza hipóteses e dados internos para procurar atividades suspeitas no ambiente. A inteligência melhora as buscas, enquanto os achados do hunting podem alimentar novas análises de CTI.
Inteligência artificial pode substituir analistas de ameaças?
Não. A IA acelera triagem, correlação, tradução, classificação e análise de grandes volumes, mas pode errar ou produzir conclusões sem contexto. Analistas continuam essenciais para validar fontes, interpretar intenção, avaliar confiança e transformar resultados em recomendações responsáveis e úteis.
NLP e IA generativa são úteis em inteligência de ameaças?
Sim. Essas tecnologias podem resumir relatórios, extrair entidades, relacionar indicadores e apoiar consultas em bases extensas. O uso exige proteção de dados, validação humana e controle contra alucinações, manipulação de conteúdo e vazamento de informações sensíveis da organização.
Um bom relatório de CTI precisa ser muito técnico?
Depende do público. Equipes operacionais precisam de indicadores, técnicas e recomendações específicas, enquanto executivos precisam compreender impacto, probabilidade e prioridade. O profissional deve adaptar linguagem, profundidade e formato sem perder rastreabilidade, confiança nas fontes e utilidade para a decisão.
Bancos, empresas de tecnologia, consultorias, órgãos públicos, indústrias e provedores de segurança ampliam equipes de inteligência de ameaças. Há oportunidades em CTI, threat hunting, SOC, análise de malware, resposta a incidentes, fraude e automação defensiva. A especialização diferencia profissionais capazes de combinar investigação, dados e IA, com possibilidade de evolução para funções seniores, consultoria ou liderança. Inglês técnico, conhecimento do MITRE ATT&CK, prática em laboratórios e escrita de relatórios fortalecem a empregabilidade em projetos nacionais e internacionais.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.