Educação Científica Criativa: Práticas Pedagógicas no Ensino das Ciências Naturais
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Sobre o curso
A pós-graduação em Educação Científica Criativa: Práticas Pedagógicas no Ensino das Ciências Naturais aborda estratégias para aproximar conceitos científicos da investigação e da experiência dos estudantes. A formação relaciona práticas pedagógicas contemporâneas, produção do conhecimento no ambiente escolar e fundamentos da neurociência aplicados à compreensão de processos de aprendizagem. Também discute educação ambiental, sustentabilidade e problemas ambientais em diferentes escalas, como temas para projetos conectados ao cotidiano.
O curso explora gestão de projetos pedagógicos e metodologias ativas, incentivando a formulação de desafios, a participação da turma e a avaliação de resultados. Em laboratório maker e experimentação criativa, contempla prototipagem, reaproveitamento de materiais, experimentos de baixo custo e registro de descobertas em portfólios e diários de bordo. A proposta é apoiar práticas investigativas seguras, inclusivas e coerentes com os objetivos curriculares no ensino das Ciências Naturais.
Matriz Curricular
- 1- Políticas Públicas, Estrutura e Legislação na Educação Básica
- 2- Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento
- 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
- 4- A Educação Ambiental no Contexto Educacional
- 5- A Produção do Conhecimento no Ambiente Escolar
- 6- Fundamentos da Neurociência
- 7- Práticas Pedagógicas na Contemporaneidade
- 8- Gestão de Projetos Pedagógicos e Metodologias Ativas
- 9- Laboratório Maker e Experimentação Criativa
Mercado de Trabalho
Professores de Ciências e outros profissionais da educação, conforme sua habilitação, podem aplicar os conhecimentos em escolas, projetos de divulgação científica, espaços de educação não formal e iniciativas de formação docente. As competências também dialogam com planejamento de sequências investigativas, atividades maker, experimentos de baixo custo e projetos de educação ambiental. Coordenação pedagógica e equipes de apoio podem utilizar essas abordagens em projetos institucionais. A especialização amplia repertório didático, mas não substitui a habilitação exigida para o exercício da docência.
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Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
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Perguntas Frequentes
O que faz um profissional especializado em educação científica criativa?
Planeja experiências pedagógicas que relacionam conceitos das Ciências Naturais a perguntas, investigação e experimentação. Pode propor projetos maker, organizar registros de descobertas, discutir questões ambientais e avaliar a aprendizagem por diferentes evidências, considerando o currículo, a segurança e as necessidades da turma.
Como está o mercado de trabalho para educação científica criativa?
Escolas e projetos de educação não formal podem desenvolver atividades investigativas, oficinas e ações de educação ambiental. Essas práticas são compatíveis com o repertório da especialização, sobretudo para quem já possui habilitação na área. O acesso às funções depende de concursos, processos seletivos e requisitos próprios de cada instituição.
Quanto ganha um Professor de Ciências no Brasil?
Segundo o Glassdoor Brasil (2026), o salário-base médio indicado para Professor de Ciências no país é de aproximadamente R$ 4 mil mensais. É uma referência ocupacional correlata, não uma previsão de ganho após a especialização. Valores variam por rede de ensino, região, jornada, experiência e vínculo profissional.
Em quais áreas pode atuar quem conclui a pós-graduação?
As aprendizagens do curso dialogam com:
- Ensino de Ciências na escola
- Projetos de educação ambiental
- Oficinas de experimentação científica
- Atividades maker em educação
- Formação continuada de docentes
- Divulgação científica em espaços educativos
Como funciona um laboratório maker no ensino das Ciências Naturais?
Um laboratório maker organiza desafios nos quais estudantes investigam situações, constroem protótipos, testam hipóteses e comunicam resultados. As atividades podem utilizar materiais simples e reaproveitados, desde que haja planejamento, segurança e acessibilidade. O valor pedagógico está na relação entre experimentação, conceitos científicos e reflexão sobre o processo.
É possível trabalhar investigação científica com materiais de baixo custo?
Sim. Experimentos simples podem partir de perguntas observáveis, com planejamento de etapas, registro de dados e comparação de resultados. O professor precisa selecionar materiais adequados à faixa etária, avaliar riscos e explicitar as limitações da atividade. A investigação não depende de equipamentos sofisticados para ter intencionalidade pedagógica.
Como integrar educação ambiental a projetos de Ciências Naturais?
A educação ambiental pode orientar perguntas sobre consumo, resíduos, água, energia e impactos no território. Projetos investigativos permitem observar situações, comparar evidências e discutir alternativas contextualizadas. A abordagem deve conectar conceitos científicos, sustentabilidade e participação dos estudantes, evitando reduzir temas complexos a ações isoladas ou respostas previamente determinadas.
A pós-graduação é indicada para docentes que buscam metodologias ativas?
Sim. A formação contempla projetos pedagógicos, atividades investigativas, experimentação e cultura maker, sempre articulados a objetivos de aprendizagem. Professores podem adaptar essas estratégias ao currículo e aos recursos disponíveis. A especialização, contudo, não confere por si só uma habilitação profissional diferente da formação de origem.
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Professores de Ciências e outros profissionais da educação, conforme sua habilitação, podem aplicar os conhecimentos em escolas, projetos de divulgação científica, espaços de educação não formal e iniciativas de formação docente. As competências também dialogam com planejamento de sequências investigativas, atividades maker, experimentos de baixo custo e projetos de educação ambiental. Coordenação pedagógica e equipes de apoio podem utilizar essas abordagens em projetos institucionais. A especialização amplia repertório didático, mas não substitui a habilitação exigida para o exercício da docência.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.