Políticas Públicas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica
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Sobre o curso
A pós-graduação em Políticas Públicas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica oferece uma formação voltada à compreensão da proteção social, dos direitos e da atuação intersetorial diante da violência contra a mulher. A matriz articula assistência social, sistema de justiça, direitos sociais e cidadania, permitindo analisar como diferentes políticas e instituições se relacionam na garantia de direitos.
O curso aprofunda a legislação de proteção à mulher, com atenção à Lei Maria da Penha, ao feminicídio, aos tipos de violência e às medidas protetivas. Também aborda a rede de enfrentamento, incluindo DEAMs, Casas Abrigo e CRAMs, além de protocolos de atendimento humanizado, notificação e gestão de casos. Territorialização, trabalho com famílias e intersetorialidade completam a formação para compreender fluxos de acolhimento e articulação entre serviços.
Matriz Curricular
- 1- Responsabilidade Social
- 2- Relações Interpessoais e Ética Profissional
- 3- Sociedade 5.0, Mentalidade Ágil e Resolução de Problemas
- 4- A Relação do SUAS com o Sistema de Justiça
- 5- Direitos Sociais e Cidadania
- 6- Políticas Sociais e a Intersetorialidade
- 7- Territorialização e Trabalho Social com Famílias
- 8- Legislação de Proteção à Mulher: Lei Maria da Penha e Feminicídio
- 9- Rede de Enfrentamento e Protocolos de Atendimento à Mulher
Mercado de Trabalho
A formação pode apoiar atividades em políticas públicas, assistência social, serviços de proteção, organizações sociais e redes intersetoriais de atendimento a mulheres. Dependendo da formação de origem e das atribuições do cargo, o profissional pode participar de acolhimento, encaminhamentos, articulação de serviços, planejamento, gestão de casos e ações de garantia de direitos. O campo também envolve interfaces com saúde, educação e sistema de justiça, exigindo atuação ética, conhecimento de protocolos e compreensão da rede de enfrentamento.
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Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 do MEC, somente alunos que concluíram a Graduação podem ingressar em um curso de Pós-Graduação. Para aqueles que ainda não colaram grau na Graduação, ao final deste programa, será emitido um certificado de aperfeiçoamento.
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Perguntas Frequentes
O que faz um profissional que atua em políticas para mulheres em situação de violência?
Conforme sua formação e função, pode atuar no acolhimento, orientação, encaminhamento e articulação de serviços de proteção. Também pode participar de planejamento, acompanhamento de casos e ações de garantia de direitos, conectando assistência social, saúde, educação, segurança e sistema de justiça em respostas intersetoriais.
Como está o mercado de trabalho nessa área?
As possibilidades concentram-se em políticas públicas, assistência social, serviços especializados, organizações sociais e projetos de prevenção e proteção. A oferta de vagas varia por território, programas e requisitos profissionais. Conhecimentos sobre legislação, rede de atendimento, intersetorialidade e trabalho com famílias são relevantes em diferentes funções do campo.
Quanto ganha um assistente social no Brasil?
Como referência para uma função presente em redes de proteção, o Glassdoor Brasil informa, em consulta de 2026, salário-base médio de cerca de R$ 3 mil mensais para assistente social no país. Valores variam conforme região, experiência, vínculo, jornada, instituição e responsabilidades profissionais.
Em quais áreas pode atuar quem conclui a pós-graduação?
A formação pode apoiar diferentes frentes de proteção e políticas para mulheres, respeitando habilitação, atribuições profissionais e redes de atendimento especializado:
- Assistência social
- Centros de referência
- Casas de acolhimento
- Políticas para mulheres
- Articulação intersetorial
- Projetos de prevenção e direitos
O que a Lei Maria da Penha representa para a atuação profissional?
A Lei Maria da Penha estrutura mecanismos de prevenção, proteção e responsabilização diante da violência doméstica e familiar contra a mulher. Na formação, seu estudo ajuda a compreender tipos de violência, medidas protetivas, procedimentos e a relação entre serviços públicos e instituições envolvidas na garantia de direitos.
Como funciona a rede de enfrentamento à violência contra a mulher?
A rede reúne instituições e serviços com responsabilidades complementares, como delegacias especializadas, centros de referência, casas abrigo, assistência social, saúde e justiça. O curso aborda essa organização e os protocolos de atendimento, destacando a importância de fluxos articulados, acolhimento humanizado e encaminhamentos adequados a cada situação.
Por que a intersetorialidade é importante no atendimento às mulheres?
Situações de violência podem envolver necessidades simultâneas de proteção social, saúde, segurança, justiça, renda e apoio familiar. A intersetorialidade permite articular políticas e serviços para evitar respostas fragmentadas. A matriz trabalha redes, gestão pública e territorialização como bases para construir atendimentos mais coordenados e integrais.
Essa pós é indicada para quem já trabalha com proteção social e direitos?
Sim. Pode ampliar o repertório de profissionais que atuam em assistência social, políticas públicas, organizações sociais, projetos de direitos e serviços de atendimento. A formação aprofunda legislação, articulação de rede, trabalho com famílias e protocolos, ajudando a compreender melhor os fluxos relacionados à violência doméstica.
A formação pode apoiar atividades em políticas públicas, assistência social, serviços de proteção, organizações sociais e redes intersetoriais de atendimento a mulheres. Dependendo da formação de origem e das atribuições do cargo, o profissional pode participar de acolhimento, encaminhamentos, articulação de serviços, planejamento, gestão de casos e ações de garantia de direitos. O campo também envolve interfaces com saúde, educação e sistema de justiça, exigindo atuação ética, conhecimento de protocolos e compreensão da rede de enfrentamento.
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Curso em conformidade com a Resolução n° 1 de 06/04/2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização.